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Qual a titulação da arte?

Encontro con(versado) com Sandro di Lima (GO)

Nossos encontros em junho para discussão de temas relacionados à arte, ao corpo e ao fazer artístico. O papo rola de forma mais intimista e familiar, como um boteco onde os assuntos discutidos variam, muitas vezes, entre a filosofia e bom e velho papo furado.

Os ingressos são vendidos no local e na hora do evento, com sugestão de valor em R$5. Vai rolar petiscos e bebidas, tudo para que o clima de bar seja acolhedor e incentive a sua participação Confira a programação de temas e vem com a gente! http://www.casacorpo.art.br/chama
 

Data: 04/06

19:30 às 21:30

Contribuição voluntária sugerida R$ 5

Local: casacorpo

 

Sobre o tema:

Qual a titulação da arte? Seria a titulação acadêmica em artes uma experiência indispensável à formação profissional do artista ou criador? Este bate-papo pretende abordar os cruzamentos que podem ser feitos entre o mundo acadêmico e a prática artística,  o que o universo acadêmico ou o título pode agregar à construção da experiência e como a formação empírica em arte também promove uma formação criativa e conceitual. Afinal, quem pode conceder e validar títulos?

 

 

Sobre Sandro di Lima:

 

Sandro  se considera  um militante do  mundo da cultura e  da educação. Professor de  teatro do Instituto Federal  de Goiás desde quando era Escola  Técnica, tem uma trajetória de mais  de 30 anos. Foi um dos precursores da  profissionalização do teatro em Goiânia (GO),  começando com o Grupo Canopus em 1979, e trabalhando  com toda uma geração de atores. Foi diretor de inúmeros  espetáculos, entre eles, 3X3 da Cia de Teatro Nu Escuro, A Visita  da Velha Senhora, de Friedrich Dürrenmatt, e Seu Palácio Conta Histórias  (Montado para o Palácio Conde dos Arcos, na cidade de Goiás). Entre 2000 e  2004 esteve à frente da Secretaria de cultura de Goiânia e geriu a primeira edição  do Festival de Teatro Goiânia em Cena. Também foi assessor especial da ANCINE. Hoje é Pró-Reitor  de Extensão do IFG e Diretor do IFG Campus Goiás. Recentemente dirigiu “A Mais Forte”, do sueco August Strindberg,  com a Cia Dramática de Teatro Mulheres Em Cenas Fortes, e “A Lição” de Eugène Ionesco.

 

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